URBTEC™ apresenta Plano TERRAMAR 2050 em reunião da AMFRI
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A URBTEC™ se reuniu na terça-feira (17) com gestores e autoridades dos municípios integrantes da Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI), para a Reunião do Colegiado de Planejamento Urbano. Na ocasião, o diretor da URBTEC™, Gustavo Taniguchi, apresentou aos participantes os passos previstos para o desenvolvimento do Plano de Desenvolvimento Integrado e Sustentável da Região da Foz do Rio Itajaí – TERRAMAR 2050, cuja elaboração está sob responsabilidade da empresa.
O encontro ocorreu na sede da Associação, em Itajaí (SC), e contou com a presença de Daniel Neves, Secretário Executivo da AMFRI, e de secretários municipais de planejamento e desenvolvimento urbano, secretários adjuntos, coordenadores institucionais, engenheiros civis e de tráfego, além de arquitetos e urbanistas. Participaram gestores e representantes dos municípios de Balneário Piçarras, Itajaí, Ilhota, Porto Belo, Luiz Alves, Navegantes e Bombinhas, bem como integrantes do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da AMFRI (CIM-AMFRI) e equipe técnica da URBTEC™.
Durante o encontro, Taniguchi detalhou a metodologia de trabalho que será adotada ao longo do desenvolvimento do Plano, estruturada em etapas que envolvem diagnóstico técnico, leitura territorial integrada, participação institucional e social, além da consolidação de diretrizes estratégicas para o desenvolvimento regional. A apresentação destacou a importância da articulação entre os municípios, a integração de dados e políticas públicas, e a construção de uma visão de longo prazo orientada à sustentabilidade, à resiliência territorial e à qualificação urbana.
O Plano TERRAMAR 2050 tem como objetivo orientar o crescimento e o ordenamento territorial da região de forma integrada, considerando aspectos ambientais, urbanos, econômicos e sociais. Entre seus principais focos estão a proteção dos recursos naturais, a melhoria da mobilidade e da infraestrutura, o fortalecimento das centralidades urbanas, a promoção da habitação de interesse social e a redução de desigualdades territoriais. O processo também prevê a construção de cenários futuros e a definição de projetos estruturantes capazes de impulsionar o desenvolvimento regional de maneira equilibrada e sustentável.



